Beth & Heinz Klein Motoviagens

Só no dia 30/01/2012 pudemos afirmar que a viagem realmente terminou: quem tiver interesse dê uma olhada no diário de bordo, página "O fim real da viagem". Também atualizamos o álbum de fotos, onde faltavam as duas últimas semanas da viagem.

Quem somos

Somos um casal entrando nos sessenta anos de idade que há dez anos descobriu o motociclismo turístico e o transformou num hobby muito apreciado e aproveitado. Usando uma moto tivemos oportunidade de visitar lugares e encontrar pessoas que nos proporcionaram novas experiências e deixaram lindas lembranças.

Ao longo desses anos fizemos muitas viagens, com destaque especial para as três que cobriram Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e pequena parte da Bolívia. Agora estamos nos lançando a uma aventura um pouco mais ousada: pretendemos 'varrer' o continente americano.

Se conseguirmos fazer isso e se a viagem trouxer tudo que esperamos dela, queremos prosseguir fazendo o mesmo em outros continentes. Vamos ver o que acontece...

E a motivação principal para essa forma de viagem pouco tem de sede de desafios, necessidade de superação ou coisa parecida (apesar de que sem dúvida haverá um gostinho disso tudo se conseguirmos): aliada à ânsia de conhecer novos lugares e interagir com pessoas, a decisão é de caráter puramente econômico. No Brasil estamos muito longe de grande parte dos lugares interessantes do mundo e do próprio Brasil, e só para chegar lá já se gasta muito dinheiro com passagens aéreas. Como dispomos do tempo e temos a disposição, a forma que encontramos de ver tudo que gostaríamos (ou pelo menos tanto quanto possível) com um orçamento limitado foi essa.

 

Veja por onde andamos

A viagem em tempo real (não existe mais, acabou...)

O roteiro total que percorremos

 

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.

Amyr Klink